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Teve premiação, presenças nas listas de melhores, autores nacionais e internacionais em eventos, 2025 foi um mar de felicidade para o Grupo Autêntica. Relembre alguns destaques: |
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Autobiografia do algodão, de Cristina Rivera Garza, entrou na lista de melhores da Folha de S.Paulo, do Estadão e do Globo. Mas O Globo também escolheu outros títulos do Grupo Autêntica. Foram eles: Setembro negro, de Sandro Veronesi, e Tarde no planeta, de Leonardo Piana, ambos da Contemporânea; A poeta da Cidade Maravilhosa, de Rafael Sento Sé, da Autêntica, e Doce amargo, de João Marcos Mendonça, e A vida secreta das árvores, de Fred Bernard, Peter Wholleben e Benjamin Flao, da Nemo.
No mesmo jornal, a colunista Cora Rónai indicou Os sorrentinos, de Virginia Higa, como presente de Natal. De acordo com ela, o livro “é enxuto, delicado e surpreendentemente afetuoso, uma daquelas leituras que ficam na memória (e no coração) durante muito, muito tempo”. ▶ Leia aqui.
Tarde no planeta também foi escolhido entre os melhores do ano da Revista Piauí. |
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Conheça os livros indicados: |
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|  | Ressuscitar mamutes, de Silvana Tavano, venceu o Prêmio Oceanos 2025 na categoria Prosa. Nas palavras do crítico Manuel da Costa Pinto, que anunciou o resultado, trata-se de “uma narrativa que aborda de modo imaginativo e comovente as possibilidades de lidar com o tempo”. O Oceanos é um dos principais prêmios do universo lusófono e reúne obras publicadas em países de língua portuguesa. O romance também foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura e integrou a lista dos semifinalistas do Prêmio Jabuti, ambos na categoria Romance Literário, feito singular entre as obras concorrentes, já que nenhum outro romance esteve presente nos três principais prêmios nacionais do ano. | |
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|  | A literatura portuguesa também esteve em destaque com o reconhecimento de Lídia Jorge, convidada internacional da Feira do Livro, realizada em junho, em São Paulo. A autora acaba de receber o Prêmio Pessoa 2025, tornando-se a sétima mulher e a primeira romancista a conquistar a distinção em 39 edições. A Contemporânea publicou Misericórdia, delicado retrato do envelhecimento, e Diante da manta do soldado, romance que costura memória, silêncios e afetos. Para 2026, está previsto o lançamento de A costa dos murmúrios, um de seus livros mais celebrados. | |
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|  | O italiano Sandro Veronesi, autor de O colibri e Setembro negro, esteve no Brasil como uma das presenças internacionais mais aguardadas da 23ª Flip, onde participou da mesa “A extraordinária vida comum” e falou sobre sua aposta literária nas vidas ordinárias como espaço de afeto, perda e resistência. A recepção do autor extrapolou os palcos do festival: Setembro negro esteve no centro de um Leituraço que mobilizou 33 clubes de leitura e mais de 700 leitores de diferentes regiões do país em uma experiência coletiva de leitura. Em 2026, a Contemporânea faz o lançamento de Caos calmo, livro com o qual Veronesi venceu, pela primeira vez, o Prêmio Strega, o mais importante da literatura italiana. | |
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|  | Cristina Rivera Garza também esteve entre os convidados internacionais da Flip. A autora de O invencível verão de Liliana, livro vencedor do Prêmio Pulitzer que investiga o feminicídio de sua irmã, transforma a escrita em gesto de memória, denúncia e reparação. Autobiografia do algodão, de Cristina Rivera Garza, entrou na lista de melhores da Folha de S.Paulo, do Estadão e d’O Globo. Com uma obra cada vez mais reconhecida internacionalmente, o nome de Rivera Garza também figurou entre os citados nas especulações em torno do Nobel de Literatura, sinal do alcance e da força de sua literatura. | |
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|  | Em 2025, Eliane Marques manteve uma intensa circulação literária no Brasil e no exterior. Autora de Louças de família, romance vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura em 2024, integrou a delegação brasileira na Feira Internacional do Livro de Guadalajara como parte da programação ligada à premiação. Ao longo do ano, participou ainda de festivais, feiras e encontros literários em diferentes regiões do país, entre eles o Navegar é preciso, realizado a bordo de um barco que cruza o Rio Negro. Uma das vozes mais potentes da literatura brasileira contemporânea, Eliane se dedica agora à escrita de Guanxuma, novo romance que a Autêntica Contemporânea lança em 2026. | 🔗Leia um trecho de Guanxuma no Blog do Grupo Autêntica. // ▶ Disponível aqui.
🔗 Leia o perfil de Eliane Marques publicado na revista Claudia de novembro // ▶ Disponível aqui. | |
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Querida na França e no Brasil |  | | 🔗 Assista no Instagram da Gutenberg o recado que a escritora mandou para os leitores brasileiros. // ▶ Disponível aqui.
🔗 Veja também um trecho de O que resta de nós lido por Martha Medeiros. // ▶ Disponível aqui. | |
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Destaque na luta antirracista e na educação |  | Em 2025, a escritora e professora Lavínia Rocha participou de debates públicos, como na Feira do Livro, nos quais defendeu a importância de uma educação antirracista contínua, que vá além de datas simbólicas e seja capaz de transformar a forma como crianças e jovens compreendem a história, a África e a negritude; essa reflexão se materializa em O que você pensa quando falo África?, lançamento da Yellowfante inspirado em um projeto educacional criado pela autora que viralizou nas redes sociais. | 🔗 Confira a participação de Lavínia Rocha na Feira do Livro. // ▶ Disponível aqui.
🔗 Lavínia também participou do episódio Conselho de classe, do Rádio Novelo Apresenta. // ▶ Ouça aqui. | |
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|  | Só sei que foi assim, de Octávio Santiago, teve um ano de estreia marcado por forte reconhecimento crítico e amplo alcance cultural. A obra foi indicada pela Academia Brasileira de Letras, por meio de Lilia Schwarcz, eleita o melhor livro de não ficção do ano pelo O Odisseu e incluída nas listas de melhores do ano da revista Quatro Cinco Um, além de figurar entre as recomendações de Zeca Camargo. Para além da recepção da crítica, o livro também ganhou desdobramentos potentes no campo da educação e das artes, ampliando seu diálogo com novos leitores e públicos. | 🔗 Veja como foi a participação de Octávio Santiago na Feira do Livro // ▶ Disponível aqui.
🔗 'Só sei que foi assim': escritor potiguar descortina origens do preconceito contra o nordestino no Brasil (G1) // ▶ Leia aqui. | |
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A estreia da coleção Textos Singulares |
Em tempos de leituras fragmentadas e aceleradas, a coleção Textos Singulares aposta na potência dos textos mais curtos, mas inesquecíveis. Em 2025, a coleção inaugurou sua série de não ficção, reunindo volumes que apresentam reflexões críticas e ensaios decisivos do pensamento moderno e contemporâneo. Textos que marcaram época e permanecem como leituras fundamentais.
O próximo ano já começa com a estreia da série de ficção da coleção, confira os primeiros lançamentos: |
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| Bartleby, o escrevente, de Herman Melville, é um dos precursores da literatura do absurdo. Um advogado nova-iorquino de meados do século XIX resolve contratar um novo copista. Atendendo ao anúncio, apresenta-se à porta do escritório um jovem que o advogado caracteriza como uma figura "palidamente asseada, lastimosamente respeitável, incuravelmente desolada!". No começo, o homem trabalhava fazendo o que se esperava: cópias. Mas, depois, bem… não vamos estragar a história.
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| A arte da brevidade é uma coletânea de contos de Virginia Woolf. A autora escreveu poucos deles, muitos meros esboços, exercícios, ensaios de escrita. Mas em alguns estão concentradas características de seus romances mais experimentais: a rejeição do realismo literário, o uso de técnicas narrativas pouco ortodoxas, a experimentação com a estrutura e a sintaxe.
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O Rio de Janeiro continua... maravilhoso! |
Se houve uma cidade no centro das atenções literárias em 2025, foi o Rio de Janeiro. Ao receber o título de Capital Mundial do Livro ao mesmo tempo em que completou 460 anos, a Cidade Maravilhosa mais uma vez se afirmou como paisagem e personagem da literatura brasileira. Mas não é de hoje que ela atrai os olhos do mundo: entre o morro e o mar, a beleza e o caos, construiu sua imagem sob o signo do encantamento. Esse sentimento atravessa o tempo. Em 1911, a poeta francesa Jane Catulle Mendès desembarcou por aqui e teve sua passagem transformada em acontecimento cultural. Bastou um pôr do sol visto ainda a bordo do navio para que ela a nomeasse “Cidade Maravilhosa”, epíteto destinado a atravessar décadas e a projetar esse cenário como mito literário e urbano. |
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| Essa história e a autoria por trás da expressão são recuperadas em A poeta da Cidade Maravilhosa, de Rafael Sento Sé. Fruto de uma pesquisa de mais de uma década, o livro devolve à memória literária a trajetória de uma autora célebre em seu tempo e o gesto que ajudou a fixar, para sempre, a imagem mais famosa do Rio de Janeiro.
▶ Leia um capítulo do livro. ▶ Garanta seu exemplar. |
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No dia 20 de janeiro, feriado de São Sebastião, padroeiro da cidade, Rafael Sento Sé refaz alguns dos passos de Jane Catulle Mendès em um percurso literário pelo Flamengo. A caminhada começa às 16h, na Praça José de Alencar, endereço do antigo Hotel dos Estrangeiros, onde a poeta se hospedou em 1911, e segue por ruas que ainda guardam marcas daquele Rio da Belle Époque.
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Quem quiser continuar conhecendo o Rio de Janeiro pelos olhos da literatura pode anotar: em março, a Autêntica lança O Rio de Fernando Sabino, livro que reúne os 56 anos em que o escritor mineiro viveu e escreveu na cidade que adotou como sua. Assinada por Teresa Montero, a obra percorre ruas, bares, apartamentos e encontros que marcaram a formação de Sabino e de uma geração inteira, fazendo de Copacabana, Ipanema e do Centro não apenas cenários, mas matéria viva de criação literária.
▶ O Rio de Fernando Sabino já está disponível em pré-venda. ▶ Da mesma autora de O Rio de clarice.
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A nossa complexa relação com a internet |
A exposição de crianças e adolescentes nas redes sociais, a ascensão da inteligência artificial e os riscos das apostas online estiveram no centro de debates intensos ao longo deste ano. Temas distintos, mas atravessados por um mesmo eixo: a relação cada vez mais complexa que a sociedade vem estabelecendo com o universo digital, em especial no ambiente das redes sociais. Mas, afinal, como se proteger dos perigos do mundo online sem abrir mão de seus benefícios? |
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Outras indicações de leitura para ampliar seu conhecimento: |
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Envelhecimento saudável e consciente |
A relação com o envelhecimento e a preocupação com o futuro foram grandes temas deste ano, debatidos também em dois importantes livros lançados pela Editora Vestígio. |
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A discussão em torno da morte voluntária assistida também esteve em pauta ao longo dos meses, especialmente com a legalização no Uruguai. O primeiro país da América Latina a permitir o procedimento por lei, já que na Colômbia e Equador a eutanásia é acatada por decisões judiciais. Além disso, veio a público que a morte de Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, ocorreu por meio da morte voluntária assistida.
Ambos os casos ajudaram a reacender discussões sobre autonomia individual, dignidade no fim da vida e os limites éticos e legais desse direito em diferentes países, incluindo o Brasil, que recentemente ganhou um grupo formado por juristas e artistas que defendem a legalização da morte assistida no país, o Eu decido. |
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Um dos lançamentos mais comentados de 2025 foi Coisa de rico, em que o antropólogo Michel Alcoforado investiga a riqueza como relação social: um sistema de códigos, gestos e narrativas por meio do qual as elites brasileiras constroem pertencimento, distinção e privilégio. Essa mesma engrenagem é observada de outro ângulo em Servir aos super-ricos: O que acontece entre os multimilionários e seus empregados a portas fechadas, de Alizée Delpierre, lançamento da Vestígio, que desloca o foco para o interior das casas e revela o que acontece entre multimilionários e aqueles que os servem. Juntos, os livros compõem um retrato complementar da desigualdade contemporânea, expondo como o luxo se sustenta tanto pela performance social quanto pela exploração cotidiana, muitas vezes naturalizada, do trabalho doméstico.
Confira a matéria da BBC Brasil sobre Servir aos super-ricos: |
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2018, o ano que ainda não terminou |
A eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, redefiniu o debate público no Brasil e inaugurou um ciclo de rupturas cujos efeitos ainda moldam o presente. Entre avanços, retrocessos e disputas cada vez mais acirradas, a política segue atravessando o cotidiano do país. Alguns títulos do Grupo Autêntica lançados em 2025 ajudam a compreender este passado, analisando crises democráticas, governos recentes e as transformações que estruturam a vida pública contemporânea. |
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Gostou das indicações?
Para celebrar o fechamento de mais um ano preparamos um cupom especial para os leitores do Giro Autêntico. Use o cupom GIROAUTENTICO e adquira os livros citados nesta newsletter com 20% de desconto em nosso site.
Atenção: promoção válida até 31/12/2025 para os títulos selecionados. O cupom não é válido para os títulos em pré-venda. |
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Obrigada!!
cheirinhos
Rudy